Até a turma do amendoim gosta dele.
O título brasileiro coroou a administração do badalado Paulo Nobre, que deixa a presidência do Palmeiras no dia 31. O milionário palmeirense fez uma gestão tão boa que a oposição do clube nem lançou candidato. E olha que cartola palmeirense não é brincadeira.

Nobre sofreu no começo do seu mandato, na época em que o Palmeiras não conseguia pagar a conta de água. Por isso os seus 100 milhões emprestados foram fundamentais. Diz o Presidente da Paz que esse dinheirão não foi usado para contratar jogadores e sim para dar o suporte financeiro ao clube endividado. Tenho dúvida nisso.
Em 2011, Nobre começou a trabalhar com insegurança e levou alguns chapéus na hora das contratações. Com a chegada do gerente de futebol, Alexandre Mattos, ele cometeu erros menores. O elenco ficou enorme, mas o título brasileiro valorizou até os menos valorizados.
O relacionamento com a WTorre nunca foi dos melhores, mas a chegada da nova arena ajudou demais a administração palmeirense, que até começou a devolver dinheiro para o seu presidente.
Paulo Nobre detesta e nem quer ouvir falar do ex-presidente sãopaulino Carlos Miguel Aidar, a quem ele chama de coitado, mas tem um bom relacionamento com nomes esquisitos do nosso futebol, como Andrés Sanchez e Marco Polo Del Nero. Ninguém é perfeito.
O presidente acertou ao enfrentar as torcidas organizadas, as gangues que ele chama de facções. Esses imbecis arrogantes não têm o direito de reivindicar nada. O lugar deles é na cadeia, não nas imediações da arena e, muito menos, dentro do Allianz Parque.