Bandeira do Brasil ainda vai virar papel higiênico
Quem acompanhou a maratona olímpica do último domingo se surpreendeu ao ver o maior tenista do mundo chorar compulsivamente depois da sua eliminação. A atitude do sérvio Djokovic, triste por decepcionar o seu país, foi bem diferente da postura prepotente do capitão (capitão?) Neymar que antes, durante e depois do vexame contra o inexpressivo time do Iraque deu a impressão de estar pouco se lixando se a seleção brasileira vai ou não se classificar.
Outra grande derrota do domingo foi vista antes do jogo Palmeiras e Vitória. Não é a primeira vez que isso acontece, ao contrário, vem sendo até uma atração desde a inauguração da arena palmeirense, quando alguns torcedores tiveram a ideia de substituir a letra do hino nacional pelo grito “Meu Palmeiras”.
O Brasil está longe de passar por um momento em que os brasileiros deveriam se orgulhar, mas ver tantas crianças desrespeitando o nosso hino foi muito triste. A imagem na tevê mostrou o técnico Wagner Mancini e os jogadores do Vitória assustados e inibidos. A gente percebe que nem o técnico Cuca apoia tanta falta de civilidade.
É preocupante ver pais, mães e até torcedores de mais idade apoiando filhos e netos nessa brincadeira que, à primeira vista, parece ser cheia de ingenuidade, mas certamente fará com que essas crianças passem a vida zombando do seu país.
O que mais me assusta é ninguém ter criticado essa brincadeira infeliz que país nenhum do mundo faria com o seu próprio hino.
Não duvido que algum dia lancem por aqui papel higiênico com a imagem da bandeira brasileira.
8 de agosto de 2016 às 16:29
Cabe uma pergunta? Que democracia é essa? Isso não é democracia em nenhum lugar do mundo! Apenas no Brasil que de trinta anos par ca parece ter virado a casa da mãe Joana. Essa democracia brasileira serve apenas a políticos corruptos, o povo tem apenas o direito(ou obrigação) de votar, e nada mais. Depois de eleitos eles provem todo tipo de falcatruas e roubalheiras do dinheiro público e ficam impunes, pois a democracia tupiniquim dá a eles o tal fôro privilegiado que nada mais é que ao ser eleito pelo voto, ficam isentos da lei que é só para o povo!
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8 de agosto de 2016 às 17:19
Vanderlei Luxemburgo, criticando o fato de o Hino tocar antes dos jogos. ” O Hino Nacional virou pagode”!
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8 de agosto de 2016 às 18:07
Não deveríamos chegar aos exageros dos tempos do golpe de 64, mas os simbolos nacionais precisam ser tratados com respeito civico. E acabei de de me lembrar das criticas recebidas pelos atletas que prestam continencia à bandeira quando sobem ao pódio. Recentemente vi uma foto do lendário Jesse Owens, num dos pódios dos Jogos de Berlim, quando o norte-americano ‘humilhou Hitler com suas conquistas. Lá está o orgulhoso atleta afrodescendente perfilado com a medalha ao peito e prestando continencia ao seu pavilhão nacional. Então os atletas brazucas não estão inventando nada.
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