Nana neném, que o Cuca vem pegar

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Na minha carreira como jornalista esportivo eu acompanhei o trabalho de grandes técnicos do futebol brasileiro. Dos que eu convivi mais tempo, Brandão e Telê foram os melhores. Conheci menos o Luxemburgo, mas o suficiente para perceber que a jogatina atrapalhou a sua carreira.

Apesar de ter tanto nome eu nunca gostei muito do Felipão. Quando penso nele e no Muricy lembro do Palmeiras caindo para a Série B. Também não acompanhei de perto o Zagallo, mas reconheço o seu mérito. O Parreira? Nunca gostei. Ele sempre me cheirou ditadura.

Da nova safra eu destaco o Tite. Deu um show nas substituições contra o Coritiba. Deverá ser o próximo técnico da Seleção.

O Dunga é melhor do que o Mano Menezes, mas também não vê o jogo. Na estreia da Copa América, falhou demais nas substituições.

cucaEu não gosto de algumas atitudes do Cuca. No episódio da escuta de rádio ele foi mal, virou um trapaceiro. Mas preciso elogiar o nó que ele deu no Levir Culpi (jogou com um zagueiro contra o Fluminense) e a aula de futebol dada para o Zé Ricardo, o técnico novato do Flamengo. Hoje, o Palmeiras surpreende na escalação e no campo.

Vocês já repararam como o Cuca tem cara de menino mimado?

Pouca gente sabe que o nome do Cuca é Alexi e que ele era muito travesso na sua infância, em Curitiba. A mãe sempre ameaçava chamar o delegado da cidade, de nome Cuca, e o pequeno Alexi parava a bagunça e dormia. O apelido ficou até hoje.

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