O Palmeiras do Abel e a Academia do Brandão

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Escolhi essa equipe toda arrumadinha da foto por ser o time que eu acompanhei nos anos 70 como repórter do Jornal da Tarde. Comi muita coxinha com alguns desses jogadores no bar em frente ao Lord Palace Hotel, onde o poderoso Palmeiras daquela época se concentrava.

Esse time do Brandão teve grandes craques, como Leão, Luís Pereira, Leivinha e Ademir da Guia, mas outros titulares não eram tão bons assim. Eurico, Zeca, Alfredo, Edu e Ney sempre foram muito regulares, mas disputariam posição hoje com Marcos Rocha, Piquerez, Murilo, Dudu e Scarpa.

Dudu, o companheiro do Divino, batia demais, mas ainda está na frente do bom menino Danilo.

Claro que o centroavante César Maluco foi melhor do que o Rony, mas o segundo artilheiro da história do Palmeiras não chegou perto de ser Coutinho, Careca, Evair, Reinaldo, Romário ou Ronaldo. Nem o Serginho Chulapa ele foi.

Outro dia, Wladimir Miranda comentou no Face que o time atual do Palmeiras ganha, mas não encanta. Com todo o respeito ao amigo e grande repórter esportivo, eu acho que o time do Abel encanta porque ganha. A mesma coisa acontecia com a segunda Academia, que também pegava molezinhas como Juazeirense, Emelec, Táchira, Petroleros e, às vezes, ganhava só de 1 a 0.

Se a equipe do Brandão tinha Ademir da Guia como o jogador insubstituível e incomparável, o time do Abel leva uma vantagem: duas Libertadores.

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