E o Cuca pagou o pato.

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Como palmeirense eu adorei a confusão entre Marcos Rocha e Cuca na final da Libertadores. Por causa da expulsão do técnico, o time santista teve um momento de desatenção e o Palmeiras acabou marcando o gol do título, aos 53 minutos do 2º tempo.

Agora, revendo o confusão, fiquei com dó do treinador santista. Ele não merceceu a expulsão. Apenas foi pegar a bola, como todos os técnicos fazem. Escorregou e deu a impressão de estar retardando o reinício do jogo.

O Cuca não tinha motivo para segurar a bola. Ele sabia que o Palmeiras estava renovado com as entradas de Patrick de Paula e Breno Lopes, e aue a prorrogação não era bom negócio para o Santos. Ele tinha é pressa na esperança de o Marinho e o Soteldo resolverem o jogo no tempo regulamentar.

Não se deve esquecer que, no calor do jogo, Marcos Rocha pode ter interpretado mal a intenção do técnico santista porque os dois tiveram uma briga feia em 2013, no Atlético Mineiro, quando o lateral foi substituído pelo mesmo Cuca no Mundial do Marrocos.

No último sábado, deu pra ver o Cuca pedindo humildemente para o árbitro argentino conferir na tela do VAR o seu escorregão involuntário.

Repito, fiquei com dó dele.

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