A CBF é um pandemônio.
Num país onde a corrupção continua generalizada, a Justiça não funciona e os políticos nos envergonham todos os dias, Marco Polo Del Nero faz a sua parte ao pretender a reeleição como presidente da CBF com os votos de uma porção de dirigentes de federações que recebem R$ 70 mil todos os meses.
Del Nero quer antecipar as eleições e continua não viajando para evitar investidas do FBI, que não pode prendê-lo no Brasil por não existir um acordo de extradição do nosso país com os EUA.
O presidente da CBF também não quer encrenca com a Conmebol, com quem se envolveu bastante nos últimos anos. Com medo de novas delações, em nenhum momento ele se posicionou contra a federação sul-americana, que não concorda em mexer na Libertadores inchada e na Sul-americana caça níquel.
Por causa desses longos e rentáveis torneios – e da possibilidade da paralisação do Brasileiro durante a Copa da Rússia – o calendário de 2018 virou um quebra-cabeça de muitas peças. Del Nero perderia muitos votos se mexesse nos Estaduais e na Copa do Brasil.
Resumindo, nos últimos dias a CBF se transformou num verdadeiro pandemônio que – segundo o Google – é o nome da assembleia dos demônios, reunião de indivíduos que se associam para praticar o mal, confusão, balbúrdia.
Parece mesmo coisa do demônio.

9 de julho de 2017 às 13:24
Órgão Corrupto como praticamente todos deste país! Fizerem Barganha com o governo para trazer a copa para cá para se enrriquecerem com desvios de verba ! Este Paulo Del Nero nem pode por o pé fora do Brasil para não ir em cana! É as federações e os clubes estão atolados até o pescoço nesta lama toda! Se o povo deste país não fosse alienado pararia de assistir os jogos pela TV e pararia de ir ao estádios ai talvez caise a ficha principalmente nos clubes de se desvinculares deste corruptores!
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